
O Grêmio pode receber uma bolada inesperada de até US$ 1,9 milhão (R$ 9,6 milhões). O dinheiro viria da iminente venda de Jaminton Campaz ao América do México. O clube gaúcho ainda detém 15% dos direitos do colombiano, um dos destaques da seleção na última Copa, mesmo com o pênalti perdido na decisão com a Suíça.
Além disso, há uma dívida do Rosario Central, de cerca de US$ 700 mil da compra de parte dos direitos. Em 2024, o Grêmio havia vendido 50% dos direitos ao clube argentino, que comprou mais uma fatia em segundo momento.
A ida de Campaz para o México, porém, depende de ser desatado um nó. O jogador, destaque na vitória sobre o River, domingo (2), se reapresentou nesta terça-feira (4) e avisou que não treinaria mais.
Ele tenta forçar a saída. O problema é que o América ofereceu um valor estimado entre US$ 4 milhões e US$ 6 milhões pelos direitos do atleta. O Rosario só aceita conversar a partir de US$ 8 milhões.
Os mexicanos são conhecidos pela força do seu caixa e pela capacidade de investimento. Ainda mais sendo o América, que divide popularidade e torcida com o Chivas e que se tornou uma empresa independente dentro do conglomerado da Televisa.
Aliás, se tornou o primeiro clube do país a negociar ações na bolsa, com sucesso estrondoso. É uma fração desse dinheiro que pode parar nos cofres raspados da Arena.
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