A saída de Antônio Dutra Júnior do comando do futebol do Grêmio faz parte de uma construção de gestão iniciada na campanha. Não está ligada ao rendimento do time ou ao vestiário em si. Está, isso sim, ligada ao equilíbrio de forças dentro do grupo de comando.
Dutra seguirá no Conselho de Administração, para o qual foi eleito, com os outros seis integrantes, incluindo aí o presidente. Em resumo, trata-se de mudança desvinculada dos resultados e sem influência na situação de Luís Castro.
O Grêmio segue seu projeto de reconfiguração do grupo de jogadores e resgate financeiro do clube. Os resultados de campo, mesmo ruins, não pautarão qualquer mudança no comando técnico. Pelo menos, até aqui. Muito menos na ideia de recolocar no mercado jogadores secundários na hierarquia de Castro e buscar a venda de joias como Viery e Mec.
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