
A Copa começou com cores, música, alegria e gols. A Copa começou com o México e toda a sua alma. Em um dia de celebração do futebol e de orgulho de um país, a La Tri venceu a África do Sul por 2 a 0 e iniciou sua caminhada alimentando a esperança de sua fervorosa torcida.
O jogo, é bem verdade, foi razoável, muito pela falta de qualidade da África do Sul e pelo peso da estreia do México em casa. Porém, a festa recompensou tudo. Mais de 80 mil pessoas lotaram o Estádio Azteca, uma das catedrais do futebol, e compuseram um mosaico de euforia, orgulho e paixão pelo futebol.
Os mexicanos estavam ansiosos por esse dia. Desde cedo, mas cedo mesmo, por volta das 6h, já era possível ver pessoas caminhando pelas ruas com a camisa verde da seleção. Aos poucos, a cidade foi acordando e dando cor ao Mundial. Até chegar ao momento da celebração.
Uma grande festa, com o cantor Alejandro Martinez cantando o hino mexicano e Tyla, o sul-africano, com Salma Hayek dando as boas vindas e apresentações com danças e traços da cultura azteca. Maná, Shakira, Los Angeles Azules e outras grandes estrelas completaram o espetáculo cantando o hino da Copa.
Inebriados pela festa, os mexicanos nem sentaram na cadeira do renovado Azteca para comemorar o gol. Logo aos oito minutos, o colombiano naturalizado Quiñonez marcou o primeiro gol da Copa do Mundo 2026. O segundo poderia ter acontecido ainda no primeiro tempo. Depois, ainda veio o gol e Raul Giménez, o primeiro do centroavante de 35 anos que está em seu terceiro Mundial.
O jogo apitado pelo brasileiro Wilton Pereira Sampaio acabou ainda marcado por três expulsões. O que em nada tirou a alegria e o brilho da festa. O México começou ganhando e, mais do que isso, retribuindo ao seu torcedor toda a alegria que impingiram neste Mundial que recém começou.
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