
O Fluminense é um modelo que precisa servir de exemplo para a Dupla. O clube saiu da quebradeira pós-parceria com Celso Barros abastecido pelo CT de Xerém, onde fica a sua base.
Não é gratuita, portanto, a presença de sete jogadores que passaram por lá na pré-lista da Seleção para a Copa de 2026: Thiago Silva, Ibañez, Fabinho, Gérson, João Pedro, Luiz Henrique e Pedro. Só o Flamengo tem número parecido.
Para quem não lembra, a relação do Flu com Barros durou de 1999 a 2014. Seu dinheiro ajudou o Fluminense a sair da Série C até o topo. No período, foram dois Brasileiros, 2010 e 2012, uma Copa do Brasil e os vices da Libertadores e da Sula. Nesse período, o clube também aproveitou para melhorar sua estrutura e aprimorar sua formação de talentos.
Foram as grandes vendas de joias da base que ajudaram o Fluminense a sair do buraco depois de perder o dinheiro do seu mecenas e, mais do que sobreviver, equilibrar contas e criar modelo de SAF com investidores pesados torcedores do clube.
Nossas contribuições
Aqui está um caminho. Em tempo, o Inter colocou dois da sua base na lista, Alisson e Léo Ortiz. O Grêmio, embora tenha formado e vendido bem nos últimos anos, não teve nenhum dos seus "crias".




