
O Inter avança passo a passo na sua construção de time. Paulo Pezzolano pegou uma equipe com limitações técnicas e carências em algumas posições e transformou em uma equipe combativa e de futebol que a cada rodada mostra mais solidez.
O 4 a 1 sobre o Vasco, no sábado (16), foi o prêmio a um Inter que trabalha em silêncio enquanto o contexto externo mantém sempre alto o volume das críticas.
Há um conjunto bem trabalhado que faz individualidades crescerem. Bernabei, mais adiantado e com campo para correr na ideia reativa de Pezzolano, virou o nome do time.
Carbonero é a reserva técnica, ocupando um lugar que era de Alan Patrick. Com habilidade, o uruguaio mexeu nessa hierarquia, colocando no banco o capitão e camisa 10.
A ascensão de Alerrandro, no lugar do maior contracheque e possível mundialista do time, também é outra medalha do trabalho de Pezzolano.
Há um caminho longo para esse Inter. O treinador sabe disso, assim como sabe que seu primeiro e maior objetivo seguem sendo os 45 pontos.
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