
A CBF tomou a dianteira da criação da Liga Brasileira e estabeleceu com os clubes um cronograma de trabalho com três fases de execução. A primeira, que se estenderá até setembro de 2026, definirá o produto Liga em si.
Nessa etapa, serão discutidas e definidas as propostas de calendário, padrão de estádios, modelos de transmissão, marketing, estrutura comercial e a governança da competição. O plano apresentado aos clubes projeta que, em dezembro, se tenha em mãos o modelo de comercialização e que ativos serão vendidos e o modelo jurídico da Liga.
A CBF tomou a frente, porém, garante que será dos clubes a gestão. Justificou que só tomou a iniciativa pela incapacidade dos clubes de se juntarem à mesma mesa e também pela falta de uma estrutura com profissionais de mercado capazes de moldar uma liga. Algo com que a entidade conta neste momento, através da CBF Academy e das conexões com os experts que ajudaram em projetos como o Fair Play.
Dirigentes acreditam que a CBF seguirá envolvida com a Liga Brasileira, mesmo depois de passar o controle e as discussões para os clubes. Porém, como parceira no negócio, estimou um dos dirigentes.
A reunião de terça-feira (7) serviu para, além de juntar os 40 clubes das Séries A e B, um grande debate sobre temas que atrasam o crescimento do Brasileirão como calendário, endividamento, saída precoce dos talentos e outros pontos que refletem diretamente na qualidade do produto.
Os trabalhos para construção da Liga Brasileira se iniciaram. O horizonte para que ela ganhe forma é o final de 2027, quando se iniciam as negociações para o ciclo 2030-2035 dos direitos de TV.
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