
O Inter vive uma situação inusitada. O que ninguém esperava, aconteceu. O time de 2025, quase rebaixado, reencontrou sua alma e passou a jogar um futebol que, em nenhum momento, mostrou no ano passado. Alguns jogadores voltaram a desempenhar de maneira razoável.
Porém, no Brasileirão, embora o rendimento seja bom, falta o resultado. O que faz o time embaralhar a cabeça de torcedores e também dos analistas.
Porque há um time que cria, marca alto, tem transição rápida e organização que mostram a mão do seu técnico e maneira muito clara. Mas esse mesmo time arremata 36 vezes em duas partidas, sendo 11 delas no gol, e coloca apenas uma vez a bola na rede. De pênalti, aliás.
Individualidade
Como futebol não é ginástica artística, em que se avalia pela plástica e pelo desempenho, o Inter está pressionado e com a tabela toda na sua cabeça, com os pés fincados no Z-4.
Muito dessa dificuldade em fazer gol e a facilidade com que toma está explicada na individualidade. Há um momento do jogo que não é do técnico, mas do jogador. E aqui aparece a dificuldade de um time com jogadores demais da mesma prateleira média do mercado.
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