
A vida pós-Gauchão mostrou ao Grêmio que o caminho ainda será bem longo. O 1 a 1 com o Bragantino ficou de ótimo tamanho. Poderia ter sido pior. Os paulistas controlaram 80% do tempo do jogo, encontraram espaços e fizeram a noite de festa na Arena ter até vaias no final.
O Grêmio sentiu as ausências de Arthur e Amuzu, e eles são fundamentais nesta ideia de jogo de Luís Castro. Porém, esse não foi o maior problema. O Bragantino encontrou espaços e entrou com frequência na área do Grêmio. Foram 20 arremates, sete deles acabaram em defesas de Weverton, um dos nomes do jogo.
É verdade que o Grêmio também chegou à frente. Em duas oportunidades, perdeu a chance de liquidar o jogo. Quando ainda estava 1 a 0, Carlos Vinícius e Enamorado, duas vezes no mesmo lance, perderam diante do goleiro.
Castro tentou fechar o time, lançou Caio Paulista na ponta esquerda, Dodi no meio. Nem assim. O final foi de um time acuado, tentando proteger sua goleira contra um adversário inteiro no ataque e se beneficiando dos 15 dias sem jogos.
A ideia do Grêmio é clara, de marcar e sair em transição. Mas deixar tanto a bola para o adversário é um risco alto. Ainda mais se ele é de um pelotão mais qualificado do Brasileirão.
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