
O Gauchão se despediu no domingo e, como se repete ano a ano, deixa um rastro de incerteza no futebol do Interior. A edição deste ano teve nível técnico baixo.
Agora, tirando os clubes com vaga em alguma Série, os outros quatro ou fecharam a porta até 2027, ou esperam por algum milagre financeiro para alongar o calendário.
Aliás, já há incerteza entre os dirigentes sobre a realização da Copa FGF, que deveria começar em maio. A razão é simples: o custo. Até aqui, oito clubes acenaram com a possibilidade de disputar a competição.
A Federação ainda vai esperar até a próxima semana por mais interessados. Um dirigente ouvido pela coluna estima em R$ 250 mil o valor para disputá-la. Para entrar firme e pelear, precisará de R$ 400 mil.
Como a Divisão de Acesso se iniciará apenas no começo de agosto, podemos ter quatro meses de paralisia no futebol do Interior e em seu mercado que emprega não só técnicos e jogadores, mas uma cadeia que mobiliza dezenas de outros profissionais.
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