
O Grêmio tem uma carta na manga para contratar Guido Rodríguez. O clube aposta na relação de um dos integrantes da comissão técnica de Luís Castro com um dos dirigentes de alto escalão do West Ham.
Há o entendimento na Arena de que se trata de um negócio muito complicado de ser concretizado. Guido ganha salário semanal de R$ 540 mil semanais. Esse é o primeiro ponto. Além disso, os ingleses querem uma compensação para liberá-lo. É aí que entra a carta na manga do Grêmio, baseada na relação do seu profissional com o dirigente inglês.
A direção de futebol definiu Guido como o volante a ser buscado. Não há outro nome na lista neste momento. O entendimento é de que se trata de um jogador com lastro suficiente para elevar o nível técnico do time. O ponto é que Guido também desperta interesse de clubes europeus, como Ajax e Juventus. Ele sabe que, mesmo sendo duas equipes de camisas pesadas, não manterá o salário que recebe hoje no West Ham. O Grêmio entende que é possível se ombrear com o que pagam esses dois.
Caso o argentino siga na Europa, o plano é observar Erick Noriega como camisa 5. Ele veio, aliás, do Alianza Lima como volante e por suas atuações à frente da área no confronto pela Sul-Americana. A lesão de Balbuena fez com que o peruano acabasse recuado e usado como zagueiro. O Grêmio, inclusive, em seu site e nas publicações de relacionados para os jogos, coloca Noriega sempre entre os meio-campistas.
Situação de Cuéllar
Sobre Cuéllar, há a expectativa de que ele melhore em relação a 2025. Porém, tem-se a convicção de que não será mais o jogador que encantou a todos no Flamengo e nos primeiros anos no Al-Hilal.
O começo de temporada mostrou um jogador interessado e disposto. Só que, aos 33 anos, Cuéllar terá dificuldades de atender às demandas imaginadas por Luís Castro numa temporada tão pesada.
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