
A Comissão Especial criada pelo Inter para buscar novos caminhos de governança e financeiros deve finalizar, na metade de fevereiro, seu trabalho.
A consultoria Álvarez&Marsal e o Comitê de Assessoramento, formado por especialistas de diversas áreas, trabalharam sem interrupção na formulação de um raio-X das finanças do Inter e nas propostas de que caminho o clube deve tomar.
O retrato das finanças é ainda pior do que parece, relatou uma fonte que acompanha de perto esse trabalho. Os seis integrantes do comitê estabeleceram um escopo de trabalho com a consultoria e, a partir daí, aprofundam questionamentos e demandam informações.
Finalizado o relatório, o comitê enviará o documento à Comissão Especial, formada por ex-presidentes. Haverá um ciclo de debate e, só depois disso, é que se definirá como esse documento final será enviado ao Conselho Deliberativo. O que deve acontecer em março.
Documento vai indicar o melhor caminho para o clube
Ainda é prematuro apontar o que será sugerido nele. O resultado final poderá sugerir pedido de recuperação judicial, regime centralizado de execuções, mudanças estatutárias mais profundas e que ajudem na governança ou criação de um fundo de investimento que permita alongar dívida de curto prazo e buscar juros mais baixos.
Ou mesmo sugerir que se caminhe para SAF. O ponto é que qualquer mudança demandará tempo. Isso em um ano eleitoral. No fim, o trabalho técnico, podem apostar, terá uma decisão política.
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