
Os colorados se angustiam com a chegada lenta e sem pompa dos reforços neste começo de ano. O pânico de dezembro, com a fuga do rebaixamento no último instante, ainda está bem vivo nos corações e mentes vermelhos. O que só aumenta o medo de um 2026 de sofrimento.
O fato é que a realidade bateu na porta do Beira-Rio. O Inter chegou ao seu limite, pisou na beira do abismo e, por isso, quase caiu. Agora, o único caminho possível de fazer é retroceder, chegar a um ponto seguro e recalcular a rota.
O dinheiro acabou, assim como o crédito, e a dívida se alimenta com taxas de juros assustadoras. A previsão é de que, em 2025, até tenha se conseguido uma pequena redução na dívida ou a estagnação dela. Porém, é como enxugar gelo. O cenário é é assustador mesmo.
É preciso expor a realidade
As mensagens estão sendo enviadas pela direção e até mesmo pelo técnico Paulo Pezzolano, quando falam em "time sistêmico" e "jogadores com fome". Talvez esteja faltando ao Inter ser mais direto na comunicação e expor a realidade nua e crua de forma direta. Sem figuras de linguagem.
O mercado feito pelo Inter até aqui já é autoexplicativo. Paulinho, já contratado, Félix Torres, encaminhado, e Alerrandro, em conversas, têm em comum o fato de estarem por baixo, precisando retomar a carreira e chegarem pelo salário.
Só que o torcedor e até mesmo parte da imprensa ainda vivem a expectativa de tempos nem tão remotos, em que o aeroporto lotava e era lugar de desembarque. Hoje, a alegria é quando há embarque, seja de quem deixa milhões de euros ou simplesmente vai embora sem deixar lembrança.
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