
Confirmada a sua contratação pelo Grêmio, Luís Castro reencontrará um velho amigo no Gre-Nal marcado para o último fim de semana de janeiro. Trata-se de Alan Patrick, que foi seu armador nas duas temporadas em que comandou o Shakhtar. Inclusive, tentou levá-lo para o Botafogo logo que desembarcou em 2022.
Alan já havia deixado a Ucrânia para operar uma hérnia inguinal em Munique, quando houve a invasão russa, no começo daquele ano, e estava no Brasil. Castro indicou-o a John Textor, que abriu conversas com o jogador. Porém, o Inter entrou no negócio e acabou trazendo-o para Porto Alegre.
No mesmo Shakhtar, um ano antes, Castro foi o responsável por afastar Taison, depois de discussão entre eles. Semanas depois, Taison foi liberado para retornar ao Inter. Aquele Shakhtar de 2019-2020 e 2020-2021 dá clara ideia de como o português gosta de montar seus times. Predominante no Ucranianão, o Shakhtar jogava projetado ao ataque.
O modelo
O sistema inicial era o 4-2-3-1. Porém, na fase ofensiva, o time se posicionava no 3-4-2-1. O terceiro zagueiro era o volante que recuava. No Grêmio, esse papel será de Marcos Rocha, como já fazia com Mano.
O Shakhtar de Castro usava dois meias, Alan e Marlos, Tetê e Taison e mais um centroavante posicionado, no caso Júnior Moraes. No Botafogo, esse 9 era Tiquinho Soares. Ou seja, Carlos Vinícius será peça fundamental neste Grêmio caso Castro seja confirmado.
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