
Alessandro Barcellos concede entrevista nesta sexta-feira (12) para atualizar sobre um Inter que precisa ser atualizado do começo ao fim.
Até agora, foram apenas saídas, do executivo e do diretor esportivo. Ambas necessárias, depois da falência técnica e emocional no segundo semestre. Porém, o tempo é curto, e o Inter ainda não sabe qual rumo tomará em 2026.
A montagem do vestiário precisa ser feita de cima para baixo. Ou seja, primeiro é preciso escolher quem comandará os processos e, depois, quem precisará levá-los para campo, no caso o técnico. Nenhuma relação entre direção e técnico funciona se essa ordem for invertida.
Os acordos entre comandante e comandado precisam ser feitos antes de tudo começar. Afinal, o técnico ouve quem o contratou, não quem chegou depois, com as metas e normas já estabelecidas. Só depois disso tudo é que virão os jogadores.
Ou seja, o Inter está no ponto zero total. Nem Abel Braga, unanimidade geral, foi oficializado ainda.
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