
Vanderlei, Paulo Victor, Julio Cesar, Grando, Brenno, Adriel, Marchesín, Caíque, Rafael Cabral e Volpi. São 10 goleiros tentados desde a saída de Grohe, no começo de 2019. Talvez Marchesín, depois de começo vacilante, tenha sido o único a chegar próximo da estabilidade. Volpi, embora a melhora neste segundo semestre, jamais foi unanimidade.
Isso explica a consulta por Wéverton, 38 anos a serem completados no dia 13. Ele chega com lastro para resolver o problema e tomar conta do lugar. Mas o Grêmio precisa entender que, nestes dois ou três anos em que Wéverton estiver ali, é preciso moldar um nome para o futuro, que consiga ser dono da posição por algumas temporadas.
Na verdade, o Grêmio terá de buscar, possivelmente, um segundo goleiro. Volpi tem mercado no México e aguarda a nova gestão para entender o que pensam em relação à posição. Caso o clube busque mesmo um nome como Wéverton, o atual titular deve buscar novos ares.
O banco
Grando tem contrato até outubro e, em abril, poderá assinar pré-contrato. O que deve fazer com que ele negocie a saída na janela da metade do ano. Assim, o clube terá como reservas apenas com Jorge e Thiago Beltrame.
Adriel não será comprado pelo Athletic e terá o futuro rediscutido. Seu contrato vai até o final de 2027. A tendência é de que ele seja negociado outra vez. Assim, o Grêmio, além do titular, precisará de mais um nome para a reserva.
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