
A nova gestão do Grêmio encaminhou acerto com Paulo Pelaipe. Serão três anos de contrato e um projeto para recolocar o clube de volta na primeira prateleira do Brasil. O anúncio será feito apenas depois de encerrada a temporada do Cruzeiro. O que pode acontecer apenas no dia 21 de dezembro, data da final da Copa do Brasil (o Cruzeiro pega o Corinthians, na semifinal, nos dias 10 e 14).
Algumas projeções, porém, já se pode ter. Pelaipe deve começar o ano com Mano Menezes de técnico. A permanência se dará não apenas pela relação entre eles. Vale lembrar, foi Pelaipe quem subiu a Serra para buscá-lo no Caxias, em 2005, antes da segunda rodada daquela Série B. Depois, eles seguiram juntos até o final de 2007.
O entendimento hoje é de que seria uma manobra muito arriscada promover mudança no comando técnico com o Gauchão se iniciando em 11 de janeiro, e o Brasileirão, no dia 28. Será um começo de temporada atropelado, e a ideia de apostar na continuidade agrada. Tudo, é claro, dependerá destas últimas cinco rodadas do campeonato. Se não houver sustos, Mano será o técnico na largada de 2026.
Outra decisão possível de se antecipar é a manutenção de Felipão como coordenador. Há consenso na nova direção de que seria erro prescindir da experiência dele. Os novos dirigentes, durante a campanha, demonstraram, em entrevistas, a disposição de mantê-lo no cargo de coordenador.
O retorno de Pelaipe e as iminentes confirmações de Mano e Felipão vão compor vestiário que carrega uma parte da história recente do clube. Pelaipe iniciou sua trajetória no Grêmio em 1979, atendendo a um chamado de Hélio Dourado para montar o departamento de futsal.
Desde lá, foram passagens com cinco presidentes diferentes. Felipão foi o técnico da era dourada dos anos 1990. Mano teve passagem curta, de três anos, mas era o técnico da Batalha dos Aflitos, um dos capítulos mais emblemáticos dos 122 anos de vida do Grêmio.
Quer receber as notícias mais importantes do Tricolor? Clique aqui e se inscreva na newsletter do Grêmio.






