
Será uma noite para encaminhar o final de 2025 e começar a mergulhar em 2026. Uma vitória sobre o Vasco abre o portal do Ano-Novo e dá sinal verde para Alberto Guerra passar o bastão para Odorico Roman. O risco de rebaixamento fica próximo de zero, e o Grêmio poderá, com tranquilidade, começar a formatar o clube para a próxima temporada.
Por outro lado, uma derrota ou mesmo um empate pode fazer com que a sombra do Z-4 aumente sobre a Arena e traga tensão nas últimas quatro rodadas.
O momento técnico é de oscilação. Foram apenas três vitórias nos últimos 10 jogos. O recorte mais recente, de cinco jogos, conta uma vitória e três derrotas. Todo esse contexto traz para o jogo contra o Vasco um caráter de decisão.
Mano Menezes terá o retorno importante de Marcos Rocha, um lateral que oferece experiência e construção pelo meio. Na frente dele, Alysson, prejudicado por uma virose, recuperou-se e estará à disposição. O ponto de atenção está no meio. Edenilson está suspenso e, com ele, o meio-campo ganha mais dinâmica e capacidade de recomposição.
A escolha de Mano por Cristaldo coloca um jogador de característica diversa, com menos capacidade de recomposição. O que exigirá cuidado contra um time que adota um modelo de jogo em que busca envolver o adversário para vencer a primeira linha, através de volantes, como Cauã Barros, 19 anos, e de Phelippe Coutinho, resgatado por Fernando Diniz e potencializado depois de pensar até em aposentadoria.
Saem deles a criação para acionar Rayan e o português Nuno Moreira. Será preciso todo o cuidado e a capacidade de Arthur de articular e ditar o ritmo de jogo, para evitar que o Vasco tenha a bola e possa, com os conceitos de Diniz, virar um time de Arthurs.
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