
Odorico Roman será o presidente do Grêmio para o triênio 2026-2028. A vitória arrasadora sobre Paulo Caleffi (15.311 a 6.704 votos) deu para ele a tarefa gigantesca de reposicionar o clube e fazê-lo encurtar a distância em relação aos endinheirados e às SAFs.
Antes disso, porém, há um trabalho interno urgente a ser feito. Odorico receberá um clube com receitas antecipadas, vestiário lotado com quase 40 jogadores e uma folha salarial que passa dos R$ 20 milhões.
Ambos precisarão ser enxugados. O que desafia quem comandará o futebol. Mais difícil do que contratar é dispensar jogadores de salários altos e rendimento abaixo do esperado.
Além disso, há um estádio a ser gerido, o que exigirá a constituição de um braço para administrá-lo e fazer com que ele se torne rentável e não um elefante nas contas do clube.
O Grêmio que Odorico assume precisa recuperar tempo e dinheiro, precisa de modelo de gestão que o torne competitivo sem afetar o que mais se espera dele, a competitividade no campo, a razão de ser da sua existência. Há um longo caminho a ser percorrido, e ele exige que comece a ser palmilhado desde já.
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