
A Itália, outra vez, vive o medo de ficar de fora da Copa do Mundo. Nesta quinta-feira (13), venceu a Moldávia por 2 a 0, em Chisinau. Mas ainda assim terá de encarar a repescagem.
A não ser que vença a Noruega, no domingo, por 9 a 0. O jogo será em Milão, no San Siro, mas é improvável que a Itália faça nove gols de diferença. Aliás, é até difícil acreditar que vença Haaland e companhia.
Basta olhar a convocação da Itália para se entender o decréscimo de um futebol que já foi tetracampeão. À exceção de Donnaruma, do PSG, Bastoni, da Inter, Calafiori, do Arsenal, Tonali, do Newcastle, e Barella, da Inter, seriam os nomes mais proeminentes. Pouco para quem já teve eras douradas e estrelas da primeira prateleira da Europa.
Gerardo Gattuso, ex-volante do Milan dos bons tempos, assumiu em julho, no lugar de Luciano Spaletti. Com ele, são cinco vitórias seguidas e 18 gols. Um número importante para um futebol mais conhecido pela segurança defensiva.
Aliás, os italianos debatem, neste momento, a baixa média de gols da sua Serie A, a Liga Italiana, e receiam a volta do "catenaccio", modelo de jogo baseado em poucos gols sofridos, mas também de poucos gols marcados. Os estádios com espaços vazios e a perda de relevância da Serie A em relação à ligas como Premier e La Liga só desenham um cenário preocupante.
O temor na Itália é de que a repescagem traga alguma outra surpresa, como em 2022, quando caiu para a Macedônia do Norte. Se avançasse ainda encararia Portugal. Mas nem a esse confronto chegou.






