
Por 100 minutos, o Inter esteve com a cabeça fora desse drama que passou a viver nas bordas do Z-4. Mas um gol levado nos acréscimos do segundo tempo puxou o clube outra vez para próximo do pântano.
Foi uma noite de sentimentos distintos. Fez um primeiro tempo de luxo, criou como havia tempo não fazia, teve oito chances de gol e, na arrancada do segundo, havia aberto 2 a 0.
Porém, a realidade bateu na porta. O time perdeu gás, as reposições no banco não deram a resposta, enquanto as do Bahia, sim.
No final, o 2 a 2 foi como um golpe na boca do estômago, porque o torcedor espiou o mundo fora desse pântano que parece atrair. A troca de sistema, com uma ideia com dois extremas, Borré e um meia clássico resgatou o melhor Inter do ano.
Porém, isso não foi suficiente, o que mostra que será uma luta até o final, na qual o Inter dependerá muito de que os adversários abaixo dele tenham as mesmas dificuldades e decepções. O Inter, embora à frente na tabela, não dependerá apenas dele. E isso só aumenta o drama.
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