
O Inter pisou no pântano do rebaixamento e a ameaça de queda é gigantesca. Um time sem organização, sem temperamento, sem jogadores de hierarquia capazes de assumir o manche para resgatá-lo desse caminho cumpre um roteiro que não acaba bem.
A derrota para o Vitória repetiu comportamentos, erros e o futebol precário que levou o time para as bordas do Z-4. Será preciso mover um mundo para reverter essa situação.
Isso porque, ao futebol precário, soma-se o abatimento de jogadores que poderiam fazer a diferença. Alan Patrick, mais uma vez, afundou. Ele é o capitão e a liderança, mas sentiu todo esse contexto. Bernabéi é uma usina e tenta resolver tudo sozinho. Borré, a referência técnica, nao dá resposta.
Eles são resultados de um time que perdeu totalmente a identidade. Ramon Díaz não consegue encontrar um caminho. Há uma ideia, mas os jogadores parecem não conseguir cumpri-la e correm para todos os lados em um campo que, pela falta de organização, parece ter o triplo do tamanho.
Agora, será preciso buscar uma guinada contra o Bahia, sábado, um adversário de outra turma. Mas será preciso encontrar o caminho. Ou o pântano puxará o Inter para dentro.
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