
A chegada dos Díaz ao Beira-Rio recolocou nos planos o paraguaio Óscar Romero. Esquecido nos tempos de Roger, ganhou espaço com a mudança no comando. Tanto que participou dos três jogos com o novo técnico.
Essa é uma relação antiga. Quando comandou o Paraguai, entre dezembro de 2014 e julho de 2016, Ramón sempre teve Óscar Romero nos planos. Levou-o para a Copa América de 2015, quando acabou em quarto lugar, eliminando o Brasil, de Dunga, e na Copa América de 2016, quando acabou eliminado na primeira fase e se demitindo.
Óscar é visto pelos Díaz como um meio-campista que pode compartilhar com Alan Patrick as tarefas de construção. Contra Juventude e Corinthians, atuou na esquerda do losango. Contra o Botafogo, quando os Díaz adotaram o 3-4-3, ele entrou numa função híbrida, sendo um meia-atacante pelo lado esquerdo.
Sem Carbonero, que nesta terça-feira (14) enfrenta o Canadá com a Colômbia, Ramón apostará em Romero pelo lado esquerdo, compondo um trio ofensivo com Alan Patrick e Vitinho. A aposta é em sua qualidade de drible e de articulação. Confiança do chefe para cumprir a missão, como se vê, não falta.
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