Você se lembra qual foi o último grande show internacional em Porto Alegre? Pois é, faz tempo. Bandas e artistas de peso como Linkin Park, Oasis, Green Day e Guns N’ Roses passaram pelo Brasil, mas deixaram a capital gaúcha de fora do roteiro.
O Conversas Cruzadas desta sexta-feira (24) discutiu por que isso vem acontecendo. Público não falta e nem paixão pela música. Mas será que faltam espaços adequados? Ou o problema está nos custos de produção, na logística, nas exigências técnicas das turnês? Há quem diga que Porto Alegre perdeu protagonismo no circuito de eventos internacionais e que é preciso repensar a estrutura e o incentivo pra voltar ao mapa dos grandes shows.
Segundo os convidados, é uma soma de motivos, entre eles, os desafios econômicos pós-enchente e a dificuldade de liberação dos estádios da dupla Gre-Nal.
— Os times priorizam o calendário do futebol, que é uma decisão estratégica deles e eles estão em muitas competições, então, as janelas de oportunidades que a gente tem de locação são menores — explicou Rafael Bestetti, chefe de operações e produção da Opus Entretenimento.
Além de Bestetti, participaram do debate Carol Govari, coordenadora do curso de Produção Fonográfica da Unisinos, Gustavo Sirotsky, diretor da Maia Entretenimento e Keni Martins, CEO do Rap in Cena.
Para entender os argumentos em detalhes, convido você assistir ao vídeo acima.


