O Supremo Tribunal Federal começou a analisar se motoristas de Uber e 99 devem ter vínculo de trabalho reconhecido. A decisão, que ainda não tem data para acontecer, vai impactar milhares de processos que estão parados à espera de uma definição.
Recentemente, a Uber mudou as regras das categorias Comfort e Black. Modelos de carros que até então eram aceitos ficaram de fora, e motoristas que financiaram veículos com base nessas exigências afirmam que foram prejudicados. O programa discutiu como o usuário percebe essas mudanças no serviço e se ainda vale a pena seguir na atividade.
— Apesar de tudo, ainda está valendo a pena, mas acredito que, em bem pouco tempo, não vai mais valer. Muita gente já está migrando para o convencional, para CLT, formalmente — disse Carina Trindade, presidente do Sindicato dos Motoristas em Transportes Privados por Aplicativos do Estado do Rio Grande do Sul (Simtrapli-RS).
Além de Carina, participaram do debate o urbanista Fernando Lindner e a advogada trabalhista Carolina Spina. Cada um trouxe uma leitura diferente sobre o impacto das decisões judiciais e das alterações feitas pelas plataformas.
No vídeo acima, você confere como foi o programa na íntegra.





