Com 25 anos de amor, de sucesso na música e de estrada, com shows pelo Brasil e no Exterior, a dupla Claus e Vanessa acaba de voltar de uma nova temporada no Havaí, nos Estados Unidos.
Eles são os convidados do Paralelas desta semana, em um bate-papo sobre a descoberta de uma grande paixão, a formação da dupla, o sucesso de Medo de Amar e muito mais.
Leia abaixo um trecho da entrevista, disponível na íntegra no YouTube de GZH e no Spotify. O Paralelas tem novos episódios toda sexta-feira, no início da tarde.

Além de trabalhar juntos, vocês formam uma família, têm filhos... Como começou essa história?
Claus: Foi uma coisa muito natural. A gente se conhecia dos bares, tocando, né? A Vanessa estava dando uma canja com o Armandinho quando tudo aconteceu. Ali a gente se juntou. Logo começamos a tocar e um mês depois já estávamos namorando.
Vanessa: Foi uma coisa muito forte, né, Claus? Quando acontece, a gente não tem dúvidas. Falam assim: “Ah, como a gente sabe que encontrou o amor?” Não há dúvidas. A gente só tem certezas.
Foi amor à primeira vista?
Claus: Foi! Lembro que parei, fiquei ali extasiado e pensando: “Que voz é essa?”
E depois?
Claus: A gente começou a história nos bares e não tinha um nome. Era aquela coisa: “Quem é que vai tocar?” Ah, o Claus e a Vanessa. E ficou.
Vanessa: Muito antes das duplas de sertanejo universitário (risos).
E aí surgiu a música Medo de Amar, que estourou na Malhação, da TV Globo. Foi um divisor de águas?
Vanessa: Foi, mas, antes disso, a gente foi hit do verão 2007. A gente cantava direto no Litoral, na Cozumel, e a canção foi o tema daquele verão na Atlântida.
Claus: A gente tem muito orgulho de falar que foi o público gaúcho que nos abriu as portas.
Vocês ainda aguentam tocar essa mesma música?
Vanessa: Claro! Como o Roberto Carlos, que vai tocar Emoções para sempre.
Claus: Uma vez o Los Hermanos disse que não queria ser tachado de Anna Júlia. Respeito muito eles, mas penso o contrário. Se tudo que aconteceu com a gente partiu de Medo de Amar, a gente vai tocar sempre se arrepiando. Sou da opinião do Roberto. Ele já disse que sempre vai tocar Emoções.
Vocês têm uma pegada saudável, né? Rola muita pressão por álcool e drogas?
Claus: Isso veio muito das antigas, né? O álcool fazia parte dos shows. Hoje em dia não. O artista jovem cuida muito. Quando comecei na música, eu já amava fazer exercícios, acordar cedo. E eu me sentia meio assim: “Bah, sou artista e gosto das coisas que não combinam com artista!”
Vanessa: No início, fomos muitos jugados. No meio musical, diziam “lá vêm os caretinhas, os limpinhos”. Teve um olhar de julgamento porque a gente não fumava maconha e não bebia. Hoje a maioria parou, porque viu que não ia levar a lugar nenhum.
Vocês têm haters?
Vanessa: O hater vem de acordo com o quanto tu aparece, o quanto que tu está na mídia. Se tu está estourado, o hater vem. Adoro eles (risos).
Claus: Ter hater é bom, porque é sinal de que tu está aparecendo.
Tem projeto novo pela frente?
Claus: Sim!
Vanessa: Algo que a gente nunca fez....
Claus: E que o público gaúcho vai gostar muito.






