
A Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (Ospa) realizou, neste sábado (15) e domingo (16), um dos maiores concertos dos últimos anos, na Sala Sinfônica da Ospa, na Capital. Com mais de 250 artistas reunidos no palco, as apresentações foram inteiramente dedicadas à Segunda Sinfonia, de Gustav Mahler, também conhecida como Ressurreição.
Regida pelo maestro Manfredo Schmiedt, a montagem reuniu uma orquestra ampliada, com mais de 110 músicos, coro de 140 vozes e as solistas Elenia Oliveira e Manuela Korossy.
Antes da sessão de sábado, o presidente da Fundação Ospa, Gilberto Schwartsmann, descerrou uma placa em homenagem à família Gerdau Johannpeter e ao Grupo Gerdau, pelo apoio à orquestra desde a sua fundação.
Na presença do secretário estadual da Cultura, André Kryszczun, o empresário Jorge Gerdau Johannpeter lembrou que seus pais participaram da criação da Ospa, em 1950, ao sentirem falta de uma orquestra em Porto Alegre.
— Estou bastante emocionado. O começo da orquestra sinfônica foi uma iniciativa privada de amantes da cultura, que depois foi abraçada pelo governo do Estado. Acho que esta homenagem tem que ser feita à filosofia histórica da nossa família para a cultura — afirmou.

O reconhecimento também foi destacado por Schwartsmann.
— Tem pessoas que fazem mais do que é esperado e se tornam pessoas notáveis na sociedade. O senhor e a sua família têm essa característica de pensar em toda a sociedade, não só na sua realização — disse o presidente da Fundação Ospa a Gerdau.


