O jornalista Carlos Redel colabora com a colunista Juliana Bublitz, titular deste espaço.

O Terreiro Bar Ancestral nasceu em 2023, na Rua Luiz Afonso, 247, no bairro Cidade Baixa, em Porto Alegre. Menos de três anos depois, o espaço ficou pequeno para abrigar o número cada vez mais crescente de clientes que procuram um ambiente acolhedor, com boas cervejas e com inspiração em religiões de matriz africana.
Por isso, o bar está se expandindo. Com o estabelecimento que ficava ao lado fechando as portas, os proprietários do Terreiro, Roger Moraes e Helena Lagunes, decidiram aproveitar a oportunidade e, assim, alugar o prédio vizinho, com o objetivo de se somar à sua estrutura em assim, trazer mais conforto para os seus frequentadores. As obras estão em andamento.
Promovendo rodas de samba aos finais de semana, além de outras atividades culturais, o primeiro andar do Terreiro, hoje, tem pouco mais de 20m². Já o piso superior é dedicado para reservas, como aniversários — o problema é que, atualmente, só é possível realizar um evento privado por vez.
— Nos finais de semana, a gente via as pessoas chegando no bar, se encantando com a nossa proposta, com o samba rolando, mas tendo que ir embora porque estava cheio e não tinha onde sentar, onde se acomodar. Isso estava nos frustrando bastante — comenta Helena.
Agora, com a expansão, a capacidade será de mais 16 mesas, podendo abrigar, no total, cerca de 120 pessoas sentadas. Além disso, haverá a possibilidade de fazer reservas, também, no térreo, pertinho da roda de samba. Hoje, o Terreiro, além dos dois proprietários, conta com três funcionários fixos e, aos finais de semana, mais três frilas. A ideia é abrir mais uma vaga para atendimento no próximo ano.
— Com a expansão, a nossa cozinha vai ficar maior. Então, a gente vai ter mais estrutura para poder explorar melhor o cardápio. A ideia de ofertar almoço no final de semana também fica mais acessível — antecipa Roger.
Após o recesso paras as festas de final de ano, o Terreiro retorna em 7 de janeiro de 2026, já com sua capacidade máxima, com os dois prédios conectados e funcionando plenamente. O investimento total para essa expansão gira em torno de R$ 100 mil.





