
Após mais de 15 dias de silêncio por parte da superintendência da Polícia Federal de Brasília, o Ministério da Justiça confirmou que a emissão e retirada de passaportes foram normalizadas no Rio Grande do Sul. Em março, agendamentos não estavam ocorrendo na Capital e nas unidades do interior do Estado.
Apenas casos urgentes eram atendidos. O motivo foi uma paralisação nacional da Associação dos Delegados da Polícia Federal.
"O sistema de agendamento está funcionando normalmente. Não há nenhum movimento de paralisação ativo", informou a assessoria do ministro Wellington César Lima e Silva.
Recentemente, o agendamento de solicitação ou renovação de passaporte enfrentou alta demanda. De acordo com a superintendência no Rio Grande do Sul, a procura havia crescido por causa do período de férias.
A demanda nas unidades de Porto Alegre, Caxias do Sul e Passo Fundo sempre é grande, mas, além da alta no período de verão, também houve recentemente o aumento decorrente do vencimento dos passaportes da época em que passaram a ter validade de 10 anos. Além disso, os requerentes passaram a receber e-mails alertando sobre o vencimento de seus passaportes, o que também aumentou a procura.
Em períodos normais, a espera pela entrega da documentação leva alguns dias. Entre 300 e 350 pessoas são atendidas diariamente na Capital.
Para iniciar o processo no Brasil, o cidadão deve acessar o site gov.br, preencher o formulário e pagar a Guia de Recolhimento da União (GRU). Atualmente, a taxa comum aplicada à primeira via ou renovação do passaporte custa R$ 257,25.
Caso o cidadão precise emitir seu passaporte em situação de urgência ou emergência, será aplicada uma taxa adicional sobre a taxa comum, totalizando R$ 334,42 para a emissão do documento.






