
Foi dada a largada para a realização dos estudos que pretendem passar o Complexo Cultural do Porto Seco - o sambódromo - para a iniciativa privada. A empresa pública São Paulo Parcerias foi contratada para desenvolver o futuro projeto de parceria.
A prefeitura de Porto Alegre irá investir R$ 2,51 milhões pelos próximos 18 meses. Neste período, será avaliado qual investimento precisará ser feito no sambódromo, quais outras atividades poderão ser realizadas no complexo, por quanto tempo o contrato terá duração, de que forma a empresa vencedora será ressarcida, entre outras decisões.
Após o término destes estudos, consultas e audiências públicas deverão ser realizadas. Posteriormente, o material será submetido à análise do Tribunal de Contas do Estado.
— A ideia é ter um uso para ele o ano inteiro, com a obrigação de realização do carnaval. Hoje, a prefeitura, todo ano, tem que pagar estrutura móvel temporária durante todo o carnaval. Não é muito eficiente — explica o secretário municipal de Parcerias, Giuseppe Riesgo.
Em 2004, o carnaval oficial de Porto Alegre foi realizado pela primeira vez no Porto Seco. Na ocasião, a promessa era construir uma estrutura fixa no local que potencializaria a realização do evento.
Na prática, até hoje, a prefeitura precisa montar arquibancadas móveis para o carnaval e nenhuma outra atração é realizada no imóvel. Além disso, entre 2004 e 2008, 15 barracões foram construídos para as escolas de samba.






