
Um dos espaços de maior sucesso da Expointer entre os visitantes, sobretudo a criançada, é o pavilhão dos pequenos animais. É lá que ficam aves, coelhos e chinchilas. Os dois últimos grupos ganham grande representatividade nesta edição, com 2.149 inscritos ao todo.
Para garantir a sanidade dos animais, fiscais e técnicos estaduais agropecuários fazem a conferência de toda a documentação de cada um que entra, assim como um exame clínico. O objetivo, explica Grazianne Maciel Rigon, chefe da Divisão de Sanidade Animal da Secretaria da Agricultura do RS, é evitar que tenham qualquer condição que possa ser transmitida a outros exemplares.
Caso seja identificado qualquer problema do tipo, o animal é rechaçado, ou seja, não pode entrar, tal qual se faz com os de grande porte.
Outro cuidado especial é em relação a protocolos de biosseguridade para a prevenção da gripe aviária. São cortinas plásticas que isolam o espaço a fim de evitar a entrada de animais silvestres e outros bichos que possam representar uma ameaça. Nas janelas, foram instaladas telas metálicas para a proteção.
Para quem for conferir o espaço a dica é: tentar maneirar com o barulho para evitar estresse aos animais. A possibilidade de toque ou não deve ser consultada aos donos ou responsáveis que estiverem juntos dos exemplares.


