
A jornalista Carolina Pastl colabora com a colunista Gisele Loeblein, titular deste espaço.
Depois do sucesso da Abertura Oficial da Colheita, os azeites gaúchos terão preço unificado agora na 49ª Expointer. Até 60 marcas serão comercializadas na feira, de 29 de agosto a 6 de setembro, no Parque Assis Brasil, em Esteio. A venda será centralizada pelo Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva), na casa da entidade e no Pavilhão Internacional. O preço dos rótulos ainda não foi divulgado, mas será inferior ao praticado na primeira iniciativa.
Segundo o presidente do Ibraoliva, Flávio Obino Filho, a proposta da venda coletiva é, mais uma vez, ampliar o contato do consumidor com diferentes marcas e perfis de azeite:
— O que a gente quer é que o visitante leve diferentes garrafas, prove, faça o teste com pão, salada, e procure o que mais gostar para comprar mais.
Além da venda coletiva, a entidade também vai trabalhar com degustações guiadas gratuitas. No sábado (5), acontecem duas, com a sommelier Chania Chagas, às 10h e às 15h.
— Aqui, a ideia é ensinar as diferenças do azeite virgem e extravirgem, o que é frutado, amargor, picância, as variedades — detalha Obino Filho.
Nesta safra, a produção brasileira de azeite alcançou 1,434 milhão de litros em 2026, alta de 496,75% em relação a 2025 e 123,98% acima do recorde anterior, de 640.228 litros, registrado em 2023. O Rio Grande do Sul respondeu por 1,17 milhão de litros da produção nacional e também bateu recorde. O volume foi 101,64% superior à melhor marca anterior do Estado, registrada em 2023.




