
Ficou para quarta-feira (20) a votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado do projeto para a renegociação do passivo de produtores rurais. O adiamento se deu em decorrência da audiência pública, nesta terça (19), com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, que durou cerca de cinco horas.
Houve a leitura das emendas, mas por uma questão de tempo, a apreciação teve de ser adiada. Das 54 apresentadas, quatro devem ser incluídas ao texto do relator, senador Renan Calheiros (MDB-AL), para apreciação na comissão.
Em linhas gerais, tratam de um teto para o uso dos recursos do fundo social, fixado em R$ 30 bilhões. Com outras fontes de recursos (como o fundo constitucional, "sobras" do Plano Safra e fundos econômicos superavitários) suplementares, podendo alcançar a cifra de até R$ 180 bilhões.
Presidente da Federação da Agricultura do Estado do Rio Grande do Sul (Farsul), Domingos Velho Lopes mantém a confiança de que a votação no Senado possa ser concluída ainda na quarta, tanto na comissão quanto no plenário. Otimismo que vem das negociações feitas ao longo de semanas e compartilhado pelo presidente da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do RS (Fetag-RS), Eugênio Zanetti.
O secretário estadual de Agricultura, Márcio Madalena, também segue na capital federal para acompanhar a votação e cumprir outras agendas.





