
A jornalista Carolina Pastl colabora com a colunista Gisele Loeblein, titular deste espaço.
A agricultura familiar gaúcha vai ganhar um espaço fixo dentro de um patrimônio histórico e cultural: o Mercado Público de Rio Grande, no sul do Estado. Depois de marcar presença no Festival do Mar (Festimar), encerrado no último domingo (5), a expectativa agora é de que nos próximos dias as agroindústrias ganhem um “quarto” ou um “chalé”, como são chamados os espaços, no local. É um projeto institucional que será votado na Câmara do município.
Conforme o secretário adjunto da Agricultura de Rio Grande, Cledenir Mendonça, o movimento era uma demanda antiga do setor:
— No passado, quando havia as docas, o mercado tinha uma relação mais direta com o abastecimento, que acabou se perdendo ao longo do tempo. Ao trazer para dentro do Mercado as agroindústrias e a agricultura familiar, retomamos um princípio que sempre foi sua essência.
O funcionamento será de acordo com o horário do mercado: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e no sábado, até as 14h.

O espaço, cedido pela prefeitura do município, foi estruturado pela Associação das Agroindústrias Familiares da Metade Sul para ir além de um ponto de venda. A ideia é aproximar a produção artesanal gaúcha da região aos consumidores. Entre os itens à venda estarão queijos, licores, doce de leite se conservas. Sete agroindústrias vão comercializar no novo espaço.




