
A retirada da tarifa de reciprocidade, de 10%, dos EUA, sobre itens como a carne é vista pela indústria brasileira como “um primeiro passo”. Ainda assim, não deve ter efeitos significativos sobre volume.
Primeiro, porque a derrubada vale para todos os países para os quais a taxa foi aplicada. E, como seguem os 40% "punitivos" do Brasil, permanece a desvantagem.
— Ajuda, mas não refletirá em altas exportações, porque a taxa ainda é muito alta — pondera Ivon Silva, presidente do Sindicato das Indústrias de Carnes do RS (Sicadergs).
Coordenador do Nespro/UFRGS, Júlio Barcellos também entende que essa retirada “não afetará os volumes, “especialmente do RS”.




