
A próxima etapa de estudos da Bacia de Pelotas não afetará a fauna e o ambiente marinhos, garante a diretora-executiva de Exploração e Produção da Petrobras, Sylvia dos Anjos. À coluna, na ROG.e (antiga Rio Oil & Gas), no Rio de Janeiro, a executiva explicou que a tecnologia tem pouca emissão sonora e eletromagnética.
— A tecnologia de baixa frequência é importantíssima para não afetar os animais — acrescentou.
Começou nessa quarta-feira (23) a expedição da segunda fase do projeto Biodiversidade, na qual uma equipe percorrerá a área para coletar dados sobre os animais. O projeto é conduzido pela empresa norueguesa TGS em parceria com a Universidade Federal do Rio Grande (Furg).
Ainda segundo Sylvia, a Petrobras só analisará dados após conclusão da pesquisa sísmica, que usa as ondas sonoras e seu eco para mapear o solo marinho. A atividade ocorre paralelamente ao monitoramento da fauna e está em “pausa programada” até 10 de outubro porque é época de pesca no Litoral Sul.
No início da semana, a presidente da Petrobras, Magda Chambriard, havia sinalizado “avanços na Bacia de Pelotas” na abertura da ROG.e, sem detalhar. A estatal ainda estuda se há petróleo no local e, posteriormente, se haverá exploração em escala comercial. Leia também: A aposta do país na exploração de petróleo no RS: “Substituiria as bacias que produzem hoje”
* A coluna viajou a convite do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)






