
Quatro empresas gaúchas, instaladas na Região Metropolitana, estão construindo para a Corsan/Aegea estações de tratamento de esgoto (as "ETEs") com contêineres. A primeira foi instalada em Barra do Quaraí, na Fronteira Oeste. Há potencial no Estado, porém, para superar 300 unidades, projeta o diretor de Engenharia da Corsan, Breno Coutinho. Cada uma custa de R$ 1,5 milhão a R$ 5 milhões.
— São parceiras que não atuavam no ramo de saneamento e abraçaram a ideia conosco. Se formos implementar o modelo em outros Estados, elas poderão, quem sabe, ter operações lá para produzir também — comenta Coutinho.
A estrutura fica pronta em quatro meses, muito menos do que os dois anos de ETE de alvenaria convencional. O modelo é essencial para a Corsan atingir a meta de universalizar o saneamento até 2033.
— Para criá-lo, precisamos olhar menos como construção civil e mais como indústria — diz o diretor.
Dos 317 municípios no escopo, mais de 280 têm potencial para as estações de pequeno porte.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)



