
Varejista com sede no Rio Grande do Sul, a Quero-Quero viu suas ações despencarem 21% na última sexta-feira (8). O mercado reagiu a mais um balanço financeiro ruim da companhia, que tem capital aberto na bolsa de valores de São Paulo, a B3.
Um baque veio do prejuízo, que dobrou. Subiu a R$ 61,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, 98% acima do mesmo período do ano passado.
A Quero-Quero está com 574 lojas. Nos primeiros três meses do ano, fechou 14 unidades e abriu duas. A dívida supera R$ 204 milhões.
A empresa teve uma forte expansão no período da pandemia, com demanda crescente por materiais de construção quando as pessoas ficavam mais em casa e reformavam a residência. A queda geral no setor refletiu na rede. Além disso, a alta do juro e o endividamento do perfil de cliente reduzem margens dos serviços financeiros da varejista.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)





