
O potencial de consumo para 2026 é de R$ 566,3 bilhões no Rio Grande do Sul. O crescimento sobre 2025, porém, não acompanhou a inflação. Com isso, o Estado perdeu uma posição no ranking nacional, ultrapassado pelo Paraná. São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro seguem na liderança.
O IPC Maps é feito todos os anos pela IPC Marketing Editora. Ao podcast Nossa Economia, de GZH, o sócio Marcos Pazzini, destacou que foi a primeira vez que a classe C liderou o potencial de consumo. Além disso, o Sul voltou a passar o Nordeste no ranking entre as regiões brasileiras.
— A classe B diminuiu — observa Pazzini (ouça a entrevista acima).
Já Porto Alegre manteve a oitava posição no país. O potencial de consumo é de R$ 84,5 bilhões. Antes da capital gaúcha, aparecem São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Salvador e Fortaleza.
Aliás, é chocante observar que a cidade de São Paulo, sozinha, tem um potencial de R$ 652,4 bilhões. Ou seja, supera, de longe, todo o Rio Grande do Sul.
O IPC Maps usa dados oficiais através de softwares de geoprocessamento. Traz indicativos de 22 itens da economia, por classes sociais, focados em cada cidade, sua população, áreas urbana e rural, setores de produção e serviços etc.
Ouça no Spotify:
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: avança projeto de US$ 300 bi no RS, varejista dobra prejuízo e farmácia dispara lucro.
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)




