Porto Alegre lidera o potencial de consumo para 2026 no Rio Grande do Sul, com uma estimativa de R$ 84,4 bilhões. Não surpreende, já que é a Capital. O ranking é do IPC Maps (ouça a análise no podcast acima). No país, a cidade fica em 8º lugar.
Apenas R$ 95,7 mil é o consumo previsto para a área rural de Porto Alegre. O restante é consumo urbano.
Habitação lidera, com mais de R$ 20 bilhões. Além de outras despesas, veículo também terá um grande gasto, de R$ 10,6 bilhões, um pouco acima de alimentação.
Os gastos dos porto-alegrenses:
- Habitação: R$ 20,124 bilhões
- Outras Despesas: R$ 17,224 bilhões
- Veículo Próprio: R$ 10,635 bilhões
- Alimentação no Domicílio: R$ 7,025 bilhões
- Alimentação fora do Domicílio: R$ 4,016 bilhões
- Materiais de Construção: R$ 3,203 bilhões
- Medicamentos: R$ 2,958 bilhões
- Plano Saúde / Trat. Médico Dentário: R$ 2,816 bilhões
- Higiene e Cuidados Pessoais: R$ 2,345 bilhões
- Vestuário Confeccionado: R$ 2,071 bilhões
- Educação: R$ 2,018 bilhões
- Recreação e Cultura: R$ 1,843 bilhão
- Mobiliários e Artigos do Lar: R$ 1,402 bilhão
- Eletroeletrônicos: R$ 1,268 bilhão
- Bebidas: R$ 1,130 bilhão
- Viagens: R$ 1,096 bilhão
- Transportes Urbanos: R$ 1,026 bilhão
- Calçados: R$ 826 milhões
- Fumo: R$ 482 milhões
- Artigos de Limpeza: R$ 430 milhões
- Livros e Material Escolar: R$ 330 milhões
- Joias, Bijuterias e Armarinhos: R$ 132 milhões
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)



