
Entre final de 2026 e início de 2027 é a nova previsão para começar a produção de amônia e hidrogênio verde em usinas da BeGreen, informou a reitora da Universidade de Passo Fundo (UPF), Bernardete Dalmolin, durante entrevista ao Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha. Segundo ela, recentemente foi assinado um acordo com a prefeitura para incentivos tributários. A ideia inicial, noticiada pela coluna ainda em 2023, era fazê-lo na metade de 2025.
Duas unidades da empresa ficarão em Passo Fundo, com investimento de R$ 42 milhões e geração de 2 mil toneladas de amônia verde por ano; uma em Tio Hugo, com R$ 62 milhões de aporte e 4 mil toneladas produzidas por ano; e uma em Condor, ainda em processo de negociações do terreno, com R$ 42 milhões de investimento e produção de 2 mil toneladas.
A amônia verde será feita do hidrogênio proveniente de água e não mais do gás natural, que é fóssil. O mercado será o agronegócio, com a fabricação de fertilizantes e a promessa de aumentar em 20% a produtividade das lavouras com a aplicação da amônia verde líquida, reduzindo custo e emissão de gás carbônico. Com sede em Panambi, a Begreen surgiu da fusão entre Migratio Bionergia, Phama Energias Renováveis e Torao Participações.
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: avança projeto de US$ 300 bi no RS, varejista dobra prejuízo e farmácia dispara lucro.
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)






