
Apesar de ter surgido no meio do caminho uma reintegração de posse no terreno doado pelo Estado, o CEO da Aeromot, Guilherme Cunha, enfatizou à coluna que a obra da fábrica de aviões não parou. Afirma que a equipe está fazendo retirada de vegetação na parte interna e trabalhando nos canais de drenagem, ligação de esgoto e rede pluvial, elétrica, etc. O terreno é o que foi destinado à Ford em Guaíba, mas o projeto não saiu do papel.
— Mas, de fato, estamos aguardando a definição dos posseiros para verificar se teremos que redefinir o projeto. Enfim, não estamos construindo uma fábrica e, sim, um aeroporto. São muitas variáveis e muitos projetistas envolvidos. Está andando, ainda que não na velocidade que gostaríamos.
A reintegração de posse está sendo feita agora por Estado e prefeitura, disse à coluna o secretário Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedec), Leandro Evaldt. A Aeromot irá indenizar as duas famílias que moram no local.
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: avança projeto de US$ 300 bi no RS, varejista dobra prejuízo e farmácia dispara lucro.
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)





