
A quinta-feira (14) foi de ajustes, com alta de 0,72% no Ibovespa, subindo aos 178.365 pontos. Dólar voltou a cair 0,45%, fechando aos R$ 4,98. Com isso, o mercado financeiro devolveu parte da reação intensa que teve após o vazamento dos áudios de Flávio Bolsonaro com Daniel Vorcaro, do Banco Master. Bolsa tinha caído forte e dólar disparou, voltando aos R$ 5.
Não é que investidores prefiram Bolsonaro aos demais candidatos ou que ele seja o presidente ideal, mas é sabido que não gostam de políticas econômicas de governos de esquerda. Com estouro do pedido de dinheiro, a bolsa de valores entendeu que a situação enfraquece a candidatura de Flávio e pode fortalecer a do PT, seja com Lula ou outro.
Com o arrefecimento da reação imediata, o mercado financeiro deixou-se um dia depois refletir dados positivos da bolsa dos Estados Unidos.
Pessoal do mercado financeiro chamou a quarta-feira de Flávio Day 2.0. O primeiro "Flávio Day" foi em cinco de dezembro de 2025, quando o senador anunciou sua intenção de concorrer à presidência da República atendendo a ordem de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. À época, a avaliação de que Flávio não teria condições de vencer Lula levou a um tombo dos ativos e uma alta do dólar.
Aproveite também para assistir ao Seu Dinheiro Vale Mais, o programa de finanças pessoais de GZH. Episódio desta semana: dívidas de até R$ 100 serão perdoadas?
É assinante mas ainda não recebe a carta semanal exclusiva da Giane Guerra? Clique aqui e se inscreva.
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e João Pedro Cecchini (joao.cecchini@zerohora.com.br)





