
O Rio Grande do Sul fechou 2025 com 22.185 imóveis lançados, pequena alta de 1,8% sobre 2024. O levantamento Panorama Sul é da Brain Inteligência Estratégica. O número é menor do que no Paraná, com 31.028 (+0,9%), e bem inferior a Santa Catarina, com 53.001 (+2,9%).
As vendas, porém, cresceram bem no mercado gaúcho: +12,2%, para 25.842 unidades. Isso significa que diminui o número de imóveis novos "estocados". O volume, porém, segue inferior aos vizinhos da Região Sul: Paraná (29.821, +0,8%) e Santa Catarina (50.881, -0,4%).
O ano fechou com 23.347 em oferta no Rio Grande do Sul. Há uma forte concentração nos imóveis com preços acessíveis, em especial apartamentos de dois dormitórios (61%) e que se encaixam no Minha Casa, Minha Vida, programa de habitação popular do governo federal. Veja a divisão do estoque por faixa de valores:
- Compacto - Studio - Loft - 1 Quarto: 18%
- Minha Casa, Minha Vida - Teto MCMV: 29%
- Standard - Teto MCMV até R$ 700 mil: 20%
- Médio - de R$ 700 mil até R$ 1,25 milhão: 16%
- Alto - de R$ 1,25 milhão até R$ 2 milhões: 8%
- Luxo - de R$ 2 milhões até R$ 4 milhões: 7%
- Super Luxo - Acima de R$ 4 milhões: 2%
O levantamento da Brain considera cidades gaúchas que, somadas, representam 48,5% da população do Estado. Ao longo dos próximos dias, a coluna divulgará mais curiosidades do estudo.
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: mais CMPC, transformação da Ceasa, R$ 100 milhões da Fruki e calçadista sai do RS
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)






