
Diretora da Federação das Associações Gaúchas do Varejo (FAGV) e conselheira da Farmácia Associadas (com quase 2 mil lojas), Rejane Specht Luppen também acredita que não emplacará no Rio Grande do Sul a lei recentemente sancionada que permite que medicamentos sejam vendidos em supermercados. Ainda assim, avalia a norma como positiva. Ela permite que supermercados tenham uma área dedicada à venda de medicamentos, mas funcionaria como uma farmácia dentro da loja. Isso porque o espaço tem que funcionar como uma farmácia, com regras próprias, controle técnico, farmacêutico presente e separação do restante do estabelecimento.

— Já temos supermercados que têm farmácias homologadas — de terceirizados e locatários — funcionando dentro, não creio que haverá um número muito maior. Não creio também que o supermercadista veja grandes vantagens, pois terá que acatar todas as exigências e os protocolos para se incomodarem por pouco resultado se comparar com a atividade principal — opina Rejane.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)




