A despeito do prejuízo que a estiagem provoca em vários plantios do Rio Grande do Sul, alguns são beneficiados pelo clima seco e quente. A ponderação foi feita pelo diretor-técnico da Emater, Claudinei Baldissera, que citou a uva e a coluna acrescentou a azeitona. O Gaúcha Atualidade, então, ouviu dois produtores destas frutas (ouça abaixo as entrevistas na íntegra).

Produtor de uva da Vistamontes, de Bento Gonçalves, Anderson de Césaro enfatizou que a safra de 2026 trouxe a combinação perfeita: "abundância e qualidade". A quantidade de uva sendo colhida é grande e a fruta está doce, ótima para consumo e para fazer bebidas. Além disso, a falta de chuva deixa mais fácil o trabalho de colheita.
Já os olivais comemoram uma safra cheia após dois anos de quebras, provocadas pelo excesso de chuva. A quantidade será maior, o que pode, inclusive, permitir uma redução de preço do azeite de oliva, projetou Marcelo Costi Pereira, produtor de azeitonas da Costi Olivos, de Caçapava do Sul. Embora ainda pondere sobre os custos altos.
Anderson de Césaro, produtor de uva e enólogo da Vistamontes, de Bento Gonçalves:
Marcelo Costi Pereira, produtor de azeitonas da Costi Olivos, de Caçapava do Sul:
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: armadilha do Master, disparada da conta de luz e súper em antiga taQi
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)




