
Até rapadura, pasta de amendoim e paçoca de Santo Antônio da Patrulha têm boas perspectivas com o acordo União Europeia-Mercosul, assinado neste sábado (17) no Paraguai. A DaColônia já exporta à Europa há cinco anos e previa embarcar 15% mais em 2026. Com o acordo, elevou a projeção a 40%.
— Mesmo que não seja uma tarifa zerada neste primeiro momento, o ambiente de negócios fica favorável. Já sentimos isso nas conversas com os importadores. Vamos demandar muita mão de obra e tecnologia para atendê-los — explica o diretor administrativo, Willian Freitas.
Até agora, Portugal, Espanha e Inglaterra são os compradores. Os produtos já estão adequados à legislação europeia, inclusive com os idiomas nas embalagens.
A DaColônia é uma empresa familiar fundada em 1962. Hoje, produz cerca de 250 itens e emprega 940 pessoas. Além da de Santo Antônio da Patrulha, com 20 mil metros quadrados, tem fábricas em Dom Pedro de Alcântara, próximo a Torres, e em Praia Grande, já em Santa Catarina. Seus centros de distribuição ficam no Paraná e no Espírito Santo.

Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: maiores PIBs gaúchos, expansão de fábrica de cacetinhos e R$ 770 milhões em trens
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)





