
Gerou expectativa boa no sul do Estado a informação de que está prestes a ser assinado o contrato de concessão da área para o terminal portuário da CMPC, um investimento de R$ 1,5 bilhão e mil empregos. Diretor-geral da fabricante chilena de celulose, Antonio Lacerda explicou, então, quais são os próximos passos.
Por enquanto, pelo termo de adesão assinado, a Secretaria Nacional de Portos atesta que o projeto está de acordo com a Política Nacional Portuária e cumpriu os requisitos técnicos. Agora, a Secretaria de Patrimônio da União tem que conceder a cessão do terreno para que o projeto seja instalado no local. Secretaria Nacional de Portos e Ministério de Portos e Aeroportos precisam aprovar o projeto e, então, a SPU autoriza a concessão em si para uso da área. Por fim, será necessária licença ambiental da Fepam.
São ainda alguns trâmites a percorrer, mas está tudo bem encaminhado para a assinatura do contrato de concessão ocorrer ainda em 2025, acredita o diretor. A negociação levou um ano, envolvendo governos federal, estadual e prefeitura de Rio Grande, inclusive com audiência com o próprio presidente Lula.
O terminal é essencial para operar a nova fábrica da CMPC, em Barra do Ribeiro. O investimento da unidade fabril supera R$ 25 bilhões e será o maior da história do Rio Grande do Sul.
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)



