
Foi em uma ligação informal feita à coluna e não agendada (como a colunista aqui gosta), para atualizar os negócios, que o presidente da Farmácias São João, Pedro Brair, contou que fechará 2025 com 1.250 lojas. Além disso, avisou que atingiu 24 mil funcionários e contou que o faturamento do ano ficará em R$ 9,3 bilhões, um avanço de 15% sobre 2024.
— Estou com mais de 30 obras em andamento — disse.
Brair está sempre atento a indicadores econômicos e pergunta com frequência a percepção da coluna sobre alguns deles. Neste ano, manifestou preocupação especialmente com o endividamento dos consumidores e de seus funcionários.
— Mesmo assim, temos que fazer a economia andar, as coisas acontecerem — comentou.
Como a coluna já noticiou, o ritmo de expansão das lojas exigirá para 2026 a construção de um novo centro de distribuição para garantir o abastecimento dos pontos de venda. Cogitou-se, inclusive, que seja em Santa Catarina ou no Paraná. Atualmente, o grupo tem uma operação logística em Passo Fundo, onde fica sua sede, e outra, mais recente, em Gravataí. É a maior rede de farmácias do Rio Grande do Sul.
Outros negócios
Em 2025, o grupo Brair comprou, com a Atitus Ventures, parte do Grupo WP, dono das marcas de laboratórios Widal Pacheco, Endocrimeta e Conte, que operam em mais de 30 cidades. E outra novidade: o empresário Pedro Brair está para detalhar, pela Brair Empreendimentos, a construção de um prédio em Passo Fundo que ele pretende que seja o mais alto do Rio Grande do Sul, com 50 andares. A estrutura ficará no antigo terreno da Companhia Estadual de Silos e Armazéns (Cesa).
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: futuro da Tumelero com novo dono, falências sobem e leilão de estádio de futebol
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)





