
Um dos perrengues das lojas físicas atualmente é concorrer com a voracidade do comércio online. Nesta disputa, diz-se que precisam oferecer uma boa "experiência de compra", um conceito para lá de vago. No final das contas, o lojista tem é que fazer a visita do cliente valer a pena, ainda que eventualmente ele pague um preço maior pelo produto. Do contrário, seguirá resolvendo a vida do sofá de casa. Ainda se fosse comprar online do comércio local..., mas este nem sempre consegue bater os preços de gigantes mundiais do e-commerce.
Para tentar trazer um pouco de luz aos empreendedores gaúchos, a coluna colocou uma pergunta simples e direta em pesquisa recente do Sindicato dos Lojistas de Porto Alegre (Sindilojas POA) feita com consumidores para entender a intenção de compras na Black Friday. Até a quantidade enorme de pessoas que disseram não saber sinaliza que puxar o cliente ao ponto físico é ainda mais desafiador e exige criatividade.
O que lojas físicas têm que oferecer para concorrer com o e-commerce?
- Preço menor que no digital: 26,5%
- Atendimento humanizado: 6,8%
- Experiências exclusivas na loja: 3,3%
- Facilidade de pagamento: 3,3%
- Teste dos produtos: 3,3%
- Mais descontos: 2,5%
- Marketing mais forte: 1,3%
- Entrega sem custo de frete: 1,3%
- Ter variedade: 0,8%
- Deslocamento até a loja: 0,3%
- Promoção: 0,3%
- Qualidade dos produtos: 0,3%
- Oferecer brindes: 0,3%
- Mais garantia: 0,3%
- Não Sabe / Não respondeu: 61,1%
Assista também ao programa Pílulas de Negócios, da coluna Acerto de Contas. Episódio desta semana: enxugamento da taQi, estúdios de R$ 150 milhões e Zara e Sephora de volta ao Barra
Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)




