
Coordenador da Frente de Soluções da Floresta do Greenpeace no Brasil, Rômulo Batista foi um dos anfitriões da coluna na manhã que passou no navio Rainbow Warrior (Guerreiro do Arco-Íris, na tradução), atracado no porto da Universidade Federal do Pará (UFPA) para a COP30, aqui em Belém. Ele veio de Macapá (AP) para o evento, mas sua base é Manaus (AM). Veja a entrevista ao Gaúcha Atualidade, da Rádio Gaúcha.
O que achou do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, lançado aqui?
É um bom passo, mas tem lacunas para serem corrigidas na implementação.
Por exemplo?
Falta uma lista de exclusão de atividades nas quais não se pode tir, que são indutores do desmatamento. Vemos indústrias do óleo e gás, mas tem agronegócios industriais. Não é justo pegar dinheiro para preservar floresta e investir em quem desmata.
Como a energia solar beneficiou quem mora na floresta?
Você vê uma grande diferença nas comunidades. Melhorou a alimentação deles. Dependiam muito de peixe ou carne salgada para conservar. Hoje, tem geladeira. O próprio açaí se consegue conservar. E a internet foi uma revolução.
Este navio tem velas para usar mais vento, mas é a diesel. Tem intenção de trocar para um combustível renovável?
Quando lançamos, em 2011, era de alto padrão ambiental. O próximo certamente seguirá os padrões mais ambientalmente corretos. O Greenpeace está sempre de olho.
Ouça a entrevista na íntegra:
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Coluna Giane Guerra (giane.guerra@rdgaucha.com.br)
Com Isadora Terra (isadora.terra@zerohora.com.br) e Diogo Duarte (diogo.duarte@zerohora.com.br)





